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Câncer infantojuvenil tem maior chance de cura com o diagnóstico precoce

Segundo a estimativa do Inca, em 2018 o Brasil teve 12.500 novos casos de câncer na faixa etária de zero a 19 anos. Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos.

O câncer infantil tem algumas particularidades porque a doença não está associada a fatores de risco, como está em casos em adultos – por exemplo, fumo relacionado ao câncer de pulmão. 

Panorama nacional

O câncer infantojuvenil engloba, na verdade, vários tipos de câncer. Entre 2009 e 2013, a doença foi responsável por cerca de 12% dos óbitos na faixa de 1 a 14 anos; e 8%, de 1 a 19 anos. As leucemias representam o maior percentual de incidência (26%) nessa faixa etária, seguida dos linfomas (14%) e tumores do sistema nervoso central (SNC) (13%).

As diferenças entre os cânceres infantis e de adultos consistem principalmente nos aspectos morfológicos (tipo do tumor), comportamento clínico (evolução) e localizações primárias. Nas crianças e nos adolescentes, a doença geralmente afeta as células do sistema sanguíneo, o sistema nervoso e os tecidos de sustentação. Nos adultos, as células epiteliais, que recobrem os órgãos, são as mais atingidas. Enquanto o câncer no adulto apresenta mutações, geralmente em decorrência de fatores ambientais, ainda não há estudos conclusivos sobre a influência desse aspecto.

Diagnóstico Precoce

Na fase inicial, os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil podem se assemelhar a sintomas de doenças comuns da infância. Logo, é importante sempre avaliar. Todas as crianças devem ter um acompanhamento ao pediatra regularmente e toda queixa que a criança tem deve ser valorizada. E isso serve também para os profissionais de saúde.

Os profissionais, por sua vez, além de valorizar as queixas, devem identificar os sinais e sintomas e avaliar quando uma criança pode ter uma condição mais séria e necessitar de exames para investigação diagnóstica.

Tratamento 

Cada caso terá uma forma de abordagem e, por essa razão, um tratamento único, individualizado. A assistência especializada abrange sete modalidades integradas de tratamento: diagnóstico, cirurgia oncológica, radioterapia, quimioterapia (oncologia clínica, hematologia), medidas de suporte, reabilitação e cuidados paliativos.

Fonte: Ministério da Saúde